Mulher tira espinha da virilha e descobre que, na verdade, era uma larva

Mulher tira espinha da virilha e descobre que, na verdade, era uma larva
Foto Shutterstock

Quando você voltar de sua lua de mel, provavelmente terá uma lembrança boa. Contudo, uma mulher da Flórida trouxe de volta algo que definitivamente não gostaria de guardar: uma larva dentro da pele de sua virilha.

Dois meses após voltar da viagem, a moça de 36 anos notou algo estranho, que parecia ser uma espinha no lado esquerdo da virilha.

Segundo o relatório publicado no Jornal de Investigative Medicine High Impact Case Reports, ela supôs que tivesse sido picada por um inseto. Ao visitar um médico, o profissional achou que poderia ser uma picada de aranha infectada e prescreveu-lhe antibióticos.

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O medicamento, contudo, não teve efeito. Com isso, ela buscou uma segunda opinião em uma clínica especializada em feridas, onde os profissionais também acreditavam que a ferida parecia uma pequena mordida.

Mas havia algo diferente no machucado: era difícil tocar. Então, os médicos a encaminharam para um cirurgião, que suspeitou que ela tivesse algo crescendo sob sua pele.

Eles estavam certos. Quando o cirurgião cortou a ferida, eles descobriram um inseto de aparência desagradável que se revelou ser uma larva botfly.

Calma, uma larva botfly? O que é isso e quão comuns são elas?

Prepare-se para isso: as moscas-varejeiras (Dermatobia hominis) são grandes moscas que parecem zangões, de acordo com a Universidade da Flórida. Contudo, é com o estágio larval que você realmente precisa se preocupar.

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Quando as larvas infectam um hospedeiro humano – tipicamente através de ovos transferidos por um mosquito ou picadas de moscas – ela é conhecida como miíase, e é na verdade a quarta doença de pele mais comum associada à viagem, de acordo com o relato de caso.

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Uma vez que esses ovos estejam dentro do corpo humano, o calor da pele faz com que os ovos eclodam em larvas, que podem durar de 27 a 128 dias, causando pústulas dolorosas com secreção. E aquele buraco que estava no meio da “espinha”? É assim que o botfly pode respirar.

As larvas de Botfly são tipicamente encontradas nos genitais, couro cabeludo, seios e olhos. De acordo com o relato de caso, alguns pacientes podem senti-las se movendo quando tomam banho ou cobrem a ferida.

Elas não são conhecidas por transmitir doenças e a maioria dos casos como este não requer cirurgia. Normalmente, os pacientes podem remover as próprias larvas, de acordo com o relato do caso. Deixadas por tempo suficiente, as larvas eventualmente sairão da pele.

Portanto, felizmente a mulher não identificada acabou ficando totalmente bem. Uma vez que a botfly foi removida, sua pele se curou completamente.